segunda-feira, 30 de abril de 2012

Prêmio melhor do que medalha é orgulho de pai e mãe

Essa propaganda da P&G para as Olimpíadas deste ano é simplesmente emocionante, e não há muito mais o que falar a não ser "assistam!".

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

100 anos em 100 segundos

Muito legal como pegaram nuances da música, moda e dança de cada época. Adorei!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que é arte?

Sim, se existe um conceito abstrato, arte é ele. Mas algo vinha me incomodando muito nos últimos anos: por que eu só me interessava por determinada arte feita em outra época e, visitando as bienais da vida aquilo não me transmitia nenhuma mensagem, despertava nenhum sentimento (senão o de raiva, às vezes)? Pois pode parecer arrogante da minha parte, mas junto com o meu amadurecimento comecei a enxergar a real arte do século 21. E ela não é pegar milhares de reais/dólares e pintar uma tela em branco com cocô e chamar aquilo de arte (e se você não gosta, é ignorante, superficial, chulo).

Tenho visto manifestações artísticas pelo mundo todo que finalmente despertaram o meu gosto pela chamada arte contemporânea. Aquilo que fala do nosso mundo, que utiliza nossas novas tecnologias, que explora o espaço público e integra as pessoas. E faz você parar pra pensar, olha só! E admirar a criatividade, visão e trabalho do outro. Enfim, arte que se relaciona com a nossa vida.

Aqui estão exemplos recentíssimos disso que chamo da verdadeira arte do século 21:





Retrato em camadas, by Michael Murphy





Linhas e agulhas, by Debbie Smyth





Cabeças flutuantes, by coletivo Mentalgassi

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quer ser meu amigo?

Para a gente ver como as coisas que fazemos online nas redes sociais soam absurdas na "vida real"... Genial!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ponto para a Dilma!

Devo admitir que fiquei um pouco envergonhada de ter dado meu voto no 1o turno para a Dilma quando a vi, durante a campanha 2o turno, puxando o saco de bispos e crentes a fio, negociando e alterando um documento de Direitos Humanos para angariar votos, e quando a ouvi dizer que nenhuma mulher era a favor do aborto e que isso era um absurdo. Mas devo admitir também que ela está recuperando a credibilidade comigo pouco a pouco.

Primeiro, uma pequena história. Quando visitei o Congresso Nacional pela última vez e fiz o tour guiado, resolvi perguntar algo que há muito me incomodava: por que tantas cruzes espalhadas na teoricamente "casa do povo"? Então aquela Casa representa apenas os cristãos? Então não vivemos, afinal, em um Estado laico?

A "tour guide" do meu grupo ficou um pouco constrangida com minha pergunta, não apenas porque eu questionava a ética do Congresso, mas principalmente porque ELA NÃO SABIA A RESPOSTA. Não sabia! Foi perguntar a outra pessoa e, quando voltou, disse que ninguém sabia o porquê. Fiquei abismada não só com isso, mas pela impressão que tive de que ninguém, em diversos grupos de visitantes diários, jamais tenha perguntado isso a ela.

Agora fico aliviada: eu não sou a única indignada com as cruzes penduradas em tudo quanto é parede de órgão público! Dilma retirou a cruz de Lula do gabinete da presidência e não a substituiu por outra. E isso é muito forte!

Leiam esse texto de Leonardo Sakamoto sobre o assunto.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Qual é o real poder das redes sociais?

Em qualquer roda de conversa, no break para o café no escritório, na reunião de família, não há quem não comente sobre o fenômeno das redes sociais. A mãe não confia na privacidade, os colegas acham que a ferramenta será revolucionária, a tia comenta sobre o filme sobre o criador do Facebook. O consenso é que as redes sociais mudaram a forma das pessoas conectadas à web se comunicarem. Entre si, em sua vida pessoal, em sua vida profissional e na relação como consumidores com empresas.

Muito bem. Agora uma empresa não pode contar apenas com a publicidade e comunicados oficiais para disseminar suas informações. Porque as pessoas hoje são geradoras de conteúdo e não apenas receptoras dessas informações, elas podem também trocar figurinhas sobre as empresas. O negócio que se compromete com o consumidor só tem a ganhar com isso, mas e o que deixa a desejar?

Antes da internet, a única forma de saber como uma empresa tratava outros clientes que não você era perguntando a amigos e familiares. Hoje existem sites de reclamações, redes sociais, sites, selos de garantia... Minha pergunta, então, é: em um mundo tão conectado e informado, uma empresa que não cumpre com o que promete é de fato prejudicada (de uma forma significativa)?

Dou um exemplo: o clube de compras virtual Brandsclub. A ideia é vender produtos de marcas renomadas com grandes descontos. O consumidor recebe as ofertas em seu email, compra o produto e paga o frete. Acontece que o Brandsclub, sabe-se lá por qual motivo, parece não entregar suas encomendas no prazo estipulado e, muitas vezes, manda o produto errado. O site reclameaqui.com.br soma, até hoje, quase 4 mil reclamações da empresa, que é relativamente nova. No Facebook, a equipe do BC posta as ofertas do dia e recebe, como resposta, cerca de 50 comentários em cada oferta com reclamações similares.

Minha dúvida, portanto, é: será que a ação nas redes sociais das pessoas contra empresas que não respeitam o consumidor é capaz de gerar real prejuízo para o negócio? Ou é apenas barulho sem grandes consequências? Estou curiosa para saber a resposta...