segunda-feira, 24 de outubro de 2011

100 anos em 100 segundos

Muito legal como pegaram nuances da música, moda e dança de cada época. Adorei!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que é arte?

Sim, se existe um conceito abstrato, arte é ele. Mas algo vinha me incomodando muito nos últimos anos: por que eu só me interessava por determinada arte feita em outra época e, visitando as bienais da vida aquilo não me transmitia nenhuma mensagem, despertava nenhum sentimento (senão o de raiva, às vezes)? Pois pode parecer arrogante da minha parte, mas junto com o meu amadurecimento comecei a enxergar a real arte do século 21. E ela não é pegar milhares de reais/dólares e pintar uma tela em branco com cocô e chamar aquilo de arte (e se você não gosta, é ignorante, superficial, chulo).

Tenho visto manifestações artísticas pelo mundo todo que finalmente despertaram o meu gosto pela chamada arte contemporânea. Aquilo que fala do nosso mundo, que utiliza nossas novas tecnologias, que explora o espaço público e integra as pessoas. E faz você parar pra pensar, olha só! E admirar a criatividade, visão e trabalho do outro. Enfim, arte que se relaciona com a nossa vida.

Aqui estão exemplos recentíssimos disso que chamo da verdadeira arte do século 21:





Retrato em camadas, by Michael Murphy





Linhas e agulhas, by Debbie Smyth





Cabeças flutuantes, by coletivo Mentalgassi

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quer ser meu amigo?

Para a gente ver como as coisas que fazemos online nas redes sociais soam absurdas na "vida real"... Genial!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ponto para a Dilma!

Devo admitir que fiquei um pouco envergonhada de ter dado meu voto no 1o turno para a Dilma quando a vi, durante a campanha 2o turno, puxando o saco de bispos e crentes a fio, negociando e alterando um documento de Direitos Humanos para angariar votos, e quando a ouvi dizer que nenhuma mulher era a favor do aborto e que isso era um absurdo. Mas devo admitir também que ela está recuperando a credibilidade comigo pouco a pouco.

Primeiro, uma pequena história. Quando visitei o Congresso Nacional pela última vez e fiz o tour guiado, resolvi perguntar algo que há muito me incomodava: por que tantas cruzes espalhadas na teoricamente "casa do povo"? Então aquela Casa representa apenas os cristãos? Então não vivemos, afinal, em um Estado laico?

A "tour guide" do meu grupo ficou um pouco constrangida com minha pergunta, não apenas porque eu questionava a ética do Congresso, mas principalmente porque ELA NÃO SABIA A RESPOSTA. Não sabia! Foi perguntar a outra pessoa e, quando voltou, disse que ninguém sabia o porquê. Fiquei abismada não só com isso, mas pela impressão que tive de que ninguém, em diversos grupos de visitantes diários, jamais tenha perguntado isso a ela.

Agora fico aliviada: eu não sou a única indignada com as cruzes penduradas em tudo quanto é parede de órgão público! Dilma retirou a cruz de Lula do gabinete da presidência e não a substituiu por outra. E isso é muito forte!

Leiam esse texto de Leonardo Sakamoto sobre o assunto.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Qual é o real poder das redes sociais?

Em qualquer roda de conversa, no break para o café no escritório, na reunião de família, não há quem não comente sobre o fenômeno das redes sociais. A mãe não confia na privacidade, os colegas acham que a ferramenta será revolucionária, a tia comenta sobre o filme sobre o criador do Facebook. O consenso é que as redes sociais mudaram a forma das pessoas conectadas à web se comunicarem. Entre si, em sua vida pessoal, em sua vida profissional e na relação como consumidores com empresas.

Muito bem. Agora uma empresa não pode contar apenas com a publicidade e comunicados oficiais para disseminar suas informações. Porque as pessoas hoje são geradoras de conteúdo e não apenas receptoras dessas informações, elas podem também trocar figurinhas sobre as empresas. O negócio que se compromete com o consumidor só tem a ganhar com isso, mas e o que deixa a desejar?

Antes da internet, a única forma de saber como uma empresa tratava outros clientes que não você era perguntando a amigos e familiares. Hoje existem sites de reclamações, redes sociais, sites, selos de garantia... Minha pergunta, então, é: em um mundo tão conectado e informado, uma empresa que não cumpre com o que promete é de fato prejudicada (de uma forma significativa)?

Dou um exemplo: o clube de compras virtual Brandsclub. A ideia é vender produtos de marcas renomadas com grandes descontos. O consumidor recebe as ofertas em seu email, compra o produto e paga o frete. Acontece que o Brandsclub, sabe-se lá por qual motivo, parece não entregar suas encomendas no prazo estipulado e, muitas vezes, manda o produto errado. O site reclameaqui.com.br soma, até hoje, quase 4 mil reclamações da empresa, que é relativamente nova. No Facebook, a equipe do BC posta as ofertas do dia e recebe, como resposta, cerca de 50 comentários em cada oferta com reclamações similares.

Minha dúvida, portanto, é: será que a ação nas redes sociais das pessoas contra empresas que não respeitam o consumidor é capaz de gerar real prejuízo para o negócio? Ou é apenas barulho sem grandes consequências? Estou curiosa para saber a resposta...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Deputados no Brasil - avanço ou variação normal?


Interessante analisar a evolução ou não dos partidos em relação a deputados federais eleitos desde 2002. DEM diminuiu pela metade (ufa), PSDB perde um pouco mais de uma dezena por eleição, PT se mantém mais ou menos na mesma, PV cresceu de 12 para 15. Flutuação normal ou reflexo de alguma mudança positiva?

Clique na imagem para vê-la ampliada. Esse gráfico foi tirado do site do UOL.